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Assembleia dos Movimentos Sociais reafirma lutas em declaração final do FSM
 
 
 
Natasha Pitts
Jornalista da Adital
Adital
Terminou nesta sexta-feira (11), o Fórum Social Mundial (FSM) que se desenvolvia em Dacar, no Senegal, localizado no continente africano. Após seis dias repletos de atividades autogestionadas, marcha, assembleias de convergência e mobilizações, os participantes de mais de 120 países se despediram do evento que, desde 2001, reúne grandes contingentes de ativistas sociais para concretizar a construção de ‘outro mundo possível'.
Reunidos na Assembleia dos Movimentos Sociais, os membros das organizações participantes divulgaram a declaração, fruto de vários momentos de debate, troca de experiências e aprendizado. Muitas das demandas presentes no documento já estão na pauta dos movimentos desde o primeiro fórum, realizado em Porto Alegre. A intenção é mostrar que os povos continuam preparados e motivados para a luta por uma civilização humana livre até que ela se concretize verdadeiramente.

A realização do FSM em Dacar foi uma oportunidade de reafirmar o apoio à luta dos povos da África e do Costa do Marfim por democracia soberana e participativa. O direito à autodeterminação dos povos de Tunes, na Tunísia, do Egito e do mundo árabe também foi lembrado, já que recentemente estas nações despertaram e iniciaram uma luta pela democracia real e pela construção do poder popular.
Em sua declaração, os movimentos ressaltam que a luta contra o capitalismo continuará sendo priorizada. Por consequência, também segue firme a batalha contra as transnacionais que "sustentam o sistema capitalista, privatizam a vida, os serviços públicos e os bens comuns como a água, o ar, a terra, as sementes e os recursos naturais”.
"Exigimos a soberania dos povos na definição de nosso modo de vida. Exigimos políticas que protejam as produções locais que dignifiquem as práticas no campo e conservem os valores ancestrais da vida. Denunciamos os tratados neoliberais de livre comércio e exigimos a livre circulação de seres humanos”, manifestam.

Desde já, os movimentos sociais chamam a uma união e mobilização especialmente do continente africano durante a Conferência do Clima das Nações Unidas - COP 17 em Durban, na África do Sul e na conferência Rio +20, no próximo ano, para que se possa exigir mais uma vez respeito aos direitos da Mãe Terra e o fim do acordo de Cancun, considerado ilegítimo. Desde a Cúpula dos Povos Contra as Mudanças Climáticas e pelos Direitos da Mãe Terra, os acordos firmados em Cochabamba, na Bolívia, são considerados a melhor saída para desacelerar o aquecimento global e garantir a justiça climática e a soberania alimentar.
Dentro da agenda unificada de lutas, a violência contra a mulher também é citada como um mal que deve ser combatido para garantir o desenvolvimento integral dos povos e nações. Ainda hoje, mulheres e meninas são abusadas em territórios ocupados militarmente e criminalizadas quando participam de lutas sociais. Com o mesmo intuito de defesa, os movimentos manifestam que também defendem a diversidade sexual e repudiam a violência sexista.

Deste FSM também saiu fortalecida a luta contra a criminalização do protesto social, as ocupações militares e em prol de uma comunicação livre, alternativa e democrática. E por tudo isso, desde já, todos e todas são chamados a fazer do dia 20 de março um dia mundial de solidariedade com o levantamento do povo árabe e africano, assim como fortalecer o 12 de outubro como dia de ação global contra o capitalismo.

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Autor: Jaime Mamani Mendoza

Bienvenidos(as), Mi Nombre es Jaime Mamani Mendoza, Nacido en La Paz Bolivia, Autor de varios Blog, voy camino Hacia mi Libertad Financiera, en mi Blog encontraras Informacion de Finanzas Personales, Educacion Financiera, Inversiones, Negocios por Internet y Otros.
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